Evaluación del crecimiento y sobrevivencia de larvas de bagre rayado Pseudoplatystoma fasciatum (Linneaus, 1766) alimentadas con alimento vivo natural y enriquecido con ácidos grasos

Lili J. Marciales Caro, John J. Díaz Olarte, Víctor M. Medina Robles, Pablo E. Cruz Casallas

Abstract


Resumen

La producción de silúridos en etapas larvales implica un suministro adecuado de alimento, el cual debe suplir las necesidades nutricionales en cada especie. El uso de zooplancton nativo como alimento vivo y su sometimiento a procesos de enriquecimiento con ácidos grasos vegetales han permitido en parte alcanzar este objetivo, no obstante, su evaluación en cada una de las especies aún es necesaria. Por lo anterior, el objetivo del presente trabajo fue evaluar el crecimiento y sobrevivencia de larvas de bagre rayado Pseudoplatystoma fasciatum alimentadas con alimento vivo enriquecido con ácidos grasos. Para esto, fueron utilizadas larvas de 3 dpe obtenidas por reproducción artificial, las cuales fueron alimentadas 4 veces al día, durante 15 d con nauplios de Artemia y zooplancton nativo (Diaphanosoma sp. y Moina sp.) no enriquecidos y enriquecidos con una emulsión a base de 20% de Aceite de Canola, 7% de Lecitina de Soya y 73% de agua destilada, para suministrar 4 tratamientos: T1: Artemia Natural; T2: Artemia Enriquecida; T3: Cladóceros Natural; T4 Cladóceros Enriquecidos). Como resultados, el tratamiento que presentó la mayor ganancia de peso y talla fue el de larvas alimentadas con Artemia (91.9 ± 13.6 mg y 17.3 ± 1.1 mm, respectivamente), y la menor el tratamiento correspondiente a cladóceros enriquecidos con ácidos grasos (20.3 ± 2.5 mg y 9.9 ± 0.5 mm, respectivamente), sin embargo, las tasas más altas de sobrevivencia fueron observadas en los tratamientos de larvas alimentadas con cladóceros enriquecidos y no enriquecidos (58.8 ± 3.2 y 63.1 ± 6.4%, respectivamente), cuando comparadas con los tratamientos alimentados con artemia y artemia enriquecida (42.1 ± 9.3 y 49.8 ± 5.2%, respectivamente). En conclusión se observó que los procedimientos de enriquecimiento de zooplancton nativo aumentan la sobrevivencia larval en la especie, aun cuando las tasas de crecimiento son menores a las obtenidas con Artemia.

Palabras clave: enriquecimiento, primera alimentación, Pseudoplatystoma fasciatum, sobrevivencia, zooplancton.

 

Growth and survivability of bagre rayado (Pseudoplatystoma fasciatum; Linneaus, 1766) larvae fed live feed enriched with fatty acids

Summary

The larval stages of Catfish require an adequate provision of feed to meet its nutritional requirements.Native zooplankton enriched with fatty acids has been used as live feed to achieve this objective. However, this feed should be evaluated for each particular species. Therefore, this study evaluated growth and survival of Bagre rayado (Pseudoplatystoma fasciatum) larvae fed live feed enriched with fatty acids. Bagre rayado larvae were obtained by artificial reproduction. Larvae were fed four times per day during 15 days. Live feed consisted of Artemia nauplii and native zooplankton (Diaphanosoma sp. and Moina sp.) non-enriched or enriched with a mixture containing 20% canola oil emulsion, 7% soya lecithin, and 73% distilled water. Dietary treatments were: T1 (non-enriched Artemia), T2 (enriched Artemia), T3 (non-enriched cladocerans), and T4 (enriched cladocerans). The highest weight gain and size were observed for T1 (91.9 ± 13.6 mg and 17.3 ± 1.1 mm, respectively), while the lowest were for T4 (20.3 ± 2.5 mg and 9.9 ± 0.5 mm, respectively). Nevertheless, the highest survival rates were observed for larvae fed enriched and non-enriched cladocerans (58.8 ± 3.2 and 63.1 ± 6.4%, respectively) in comparison with Artemia and enriched Artemia (42.1 ± 9.3 and 49.8 ± 5.2%, respectively). In conclusion, native zooplankton increased larval survival, although growth rates were lower than those obtained with Artemia.

Key words: enrichment, first feeding, Pseudoplatystoma fasciatum, survival, zooplankton.

 

Avaliação do crescimento e a sobrevivência de larvas de bagre rayado Pseudoplatystoma fasciatum (Linneaus, 1766) alimentadas com alimento vivo natural ou enriquecido com ácidos graxos  

Resumo 
Para a produção de silurídeos, durante a fase larval é necessario o fornecimento de alimento que satisfaga as necessidades nutricionais da espécie. O uso de zooplâncton nativo natural ou submetido a enriquecimento com ácidos graxos de origem vegetal tem permitido, em parte, atingir esse objetivo; No entanto, sua avaliação em cada uma das espécies é mesmo necessária. Por tanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento e a sobrevivência de larvas do Bagre Rayado (Pseudoplatystoma fasciatum) alimentadas com zooplâncton vivo, enriquecido ou não com ácidos graxos. Para tal propósito, foram utilizadas larvas de 3 dias de idade, obtidas mediante reprodução artificial, as quais foram alimentadas 4 vezes ao dia, durante 15 d, com nauplios de Artemia ou zooplâncton nativo (cladóceras dos gêneros Diaphanosoma sp e Moina sp.) enriquecidas ou não com uma emulsão composta de 20% de óleo de canola, 7% de lecitina de soja e 73% de água destilada, para obter 4 tratamentos: T1, Artemia; T2, Artemia enriquecida; T3, Cladóceras; T4 Cladóceras enriquecidas. Os resultados revelaram que as larvas alimentadas com Artemia apresentaram ou maior ganho de peso e cumprimento corporal (91.9 ± 13.6 de mg e 17.3 ± 1.1 mm, respectivamente), em tanto que as larvas alimentadas com cladóceras enriquecidas com ácidos graxos foram as mais pequenas (20.3 ± 2.5 mg e 9.9 ± 0.5 mm, respectivamente); contudo, as maiores taxas de sobrevivência foram obtidas nos tratamentos de larvas alimentadas com cladóceras enriquecidas e não enriquecidas (58.8 ± 3.2 e 63.1 ± 6.4%, respectivamente), quando comparadas com os tratamentos baseados em Artemia natural e enriquecida (42.1 ± 9.3 e 49.8 ± 5.2%, respectivamente). Em conclusão, o estudo revelou que o enriquecimento do zooplâncton nativo aumenta a sobrevivência das larvas, porem as taxas de crescimento podem ser menores ás obtidas com Artemia.

Palavras chave: enriquecimento, primeira alimentação, Pseudoplatystoma fasciatum, sobrevivência, zooplâncton.


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