Factores que afectan el comportamiento de consumo y selectividad de forrajes en rumiantes

Ariel M Tarazona, María C Ceballos, Juan F Naranjo, César A Cuartas

Abstract


Resumen

La selectividad es una estrategia fundamental en la dinámica de consumo de alimento. Además, es un proceso que determina la dinámica de las plantas en ecosistemas de composición botánica mixta. El consumo selectivo de ciertas plantas o de partes específicas de las mismas depende de factores externos e intrínsecos del animal, que modulan el comportamiento de consumo cuando existe diversidad de plantas para ser cosechadas en el hábitat. Debido a la diversidad vegetal que pueden consumir los animales, estos han creado adaptaciones anatómicas (p.e., estructura de los órganos de aprehensión) y fisiológicas (p.e., adaptaciones metabólicas) para llenar los requerimientos nutricionales con las plantas disponibles en el ecosistema que habitan. Los factores que afectan el comportamiento de consumo y selectividad pueden clasificarse en: 1) propios del animal (especie, raza, sexo, peso, estado fisiológico, salud, condicionamientos, tiempos de consumo, y experiencias), 2) factores sociales (densidad de animales y jerarquías), y 3) factores del hábitat (estructura de las pasturas, densidad de especies de plantas, facilidad de acceso a los forrajes y estaciones). Las plantas han desarrollado mecanismos para defenderse de la herbivoría con adaptaciones estructurales (p.e., espinas, pubescencias) y compuestos secundarios (fenoles, terpenos, oxalatos) que disminuyen la palatabilidad o generan efectos nocivos para quien la consume. El propósito de esta revisión es mostrar un panorama general de los factores que afectan el comportamiento de consumo y selectividad de forrajes en rumiantes teniendo en cuenta el contexto en el cual se esté estudiando, con el fin de planear estrategias de manejo eficientes y sostenibles.

Palabras clave: adaptación, pastoreo, pastura, ramoneo, sostenibilidad.

 

Summary

Selectivity is a fundamental strategy in forage intake dynamics. This process determines plant dynamics in botanically mixed ecosystems. Selective intake of certain plants or plant parts depends on intrinsic and external factors. These factors modulate consumption behavior when plant diversity does exists in the habitat. As a response to plant diversity, animals have developed anatomical (e.g., structure of appr ehension organs) and physiological adaptations (e.g., metabolic adaptations). Adaptations help the animal to fulfill their nutritional requirements with the plants available in their ecosystem. Factors affecting consumption behavior and selectivity can be classified into three groups: 1) relative to the animal (species, breed, gender, weight, physiological stage, health, conditioning, consumption times, and experiences), 2) social factors (animal density and hierarchies), and 3) habitat (pasture structure, density of plant species, ease of access to fodder, and season). To defend themselves from herbivores, plants have developed structural adaptations (e.g., thorns, pubescence) and secondary compounds (e.g., phenols, terpenes, oxalates) which decrease palatability or generate harmful effects in animals. The objective of this review is to show an overview of the factors that affect forage intake behavior and selectivity in ruminants considering their context, to plan for efficient and sustainable management strategies.

Key words: adaptation, browsing, grazing, pasture, sustainability.

 

Resumo

A seletividade é uma estratégia fundamental na dinâmica do consumo de alimento. Além disso, é um processo que determina a dinâmica das plantas em ecossistemas de composição botânica mista. O consumo seletivo de determinadas plantas ou partes específicas das mesmas depende de fatores extrínsecos e intrínsecos ao animal, que modulam o comportamento do consumo quando existe diversidade de plantas a ser colhidas no habitat. Devido à diversidade vegetal que os animais podem consumir, eles tem criado adaptações anatômicas (estrutura dos órgãos de apreensão) e fisiológicas (adaptações metabólicas) para suprir as exigências nutricionais a partir das plantas disponíveis no ecossistema que habitam. Os fatores que afetam o comportamento no consumo e seletividade podem ser classificados em: 1) Próprios do animal (raça, espécie, sexo, peso, estado fisiológico, saúde, condicionamentos, tempos de consumo experiências prévias, 2) fatores sociais (densidade de animais e hierarquias), 3) fatores de habitat (estrutura das pastagens, densidade de espécies de plantas, facilidade de acesso às forragens e estações) As plantas tem desenvolvido mecanismos para se defenderem da herbivoria com adaptações estruturais (espinhos, pubescências), e compostos secundários (fenóis, terpenos, oxalatos) que diminuem a palatabilidade ou geram efeitos nocivos para os consumidores. O objectivo desta revisão é apresentar uma visão geral dos fatores que afetam o comportamento de consumo e seletividade das forragens em ruminantes tendo em conta o contexto em que eles estão sendo estudados, a fim de planejar estratégias de gestão eficientes e sustentáveis .

Palavras chave: adaptação, pastagem, pastejo, ramoneo, sustentabilidade.

 


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