Dietary protein and body mass affect ammonium excretion in white cachama (Piaractus brachypomus)

Carlos A David Ruales, Wálter Vásquez Torres

Abstract


Summary

Background: ammonia (NH3) is the main excretion product from protein catabolism in fish, eliminated primarily through the gills. The proportion excreted by each species depends on factors such as protein quality, energy level and diet balance, body size of the animals, and environmental factors such as water temperature and pH. Objective: to determine the effect of dietary protein level (D1 = 250 g/kg, D2 = 300 g/kg, D3 = 350 g/kg) and body weight (P1 = 45 g, P2 = 250 g, P3 = 520 g) on ammonia excretion (AE) in white cachama (Piaractus brachypomus). Methods: basal AE level was determined by measuring water ammonia concentration every 2 h for 26 h after a 48 h fasting period. The AE in response to CP levels was determined for each fish size by measuring ammonia every 2 h for 26 h, after feeding them to satiety with the experimental diets. Results: basal AE was 177.2, 128.7, and 79.2 mg N-NH4+/day/kg live weight (LW) for P1, P2, and P3, respectively. The differences between treatments were significant (p < 0.05). The AE rate, depending on protein level and body weight, was significantly different for all comparisons (p < 0.05), similar to the comparison of main effects. Conclusion: the lightest fish and the highest protein content intake increased ammonium excretion.

Key words: basal excretion, characids, crude protein, postprandial pulse.

 

Resumen

Antecedentes: el amonio (NH3) es el principal producto de excreción resultado del catabolismo proteico en peces. Su proporción está determinada por la calidad del alimento, el balance proteína/energía de la dieta, el tamaño del pez, y por factores ambientales como temperatura y pH del agua. Objetivo: este estudio fue realizado para determinar el efecto del nivel de proteína de la dieta (D1 = 250, D2 = 300 y D3 = 350 g PC/kg) y del peso corporal (P1 = 45, P2 = 250 y P3 = 520 g de peso individual) sobre las tasas de excreción de amonio (TEA) en juveniles de cachama blanca (Piaractus brachypomus). Metodología: la TEA basal fue determinada midiendo la concentración de amonio en el agua cada 2 h durante 26 h posteriores a un periodo de ayuno de 48 h. La TEA en función de los niveles de PC y para cada peso corporal fue determinada midiendo el amonio cada 2 h durante 26 h, después de alimentar a saciedad con las dietas experimentales. Resultados: la TEA basal mostró valores de 177,2 para P1, 128,7 para P2 y 79,2 para P3 expresados en mg N-NH4+/día/kg de peso vivo (PV); las diferencias entre tratamientos fueron estadísticamente significativas (p < 0,05). El análisis de las tasas de excreción en función del nivel de proteína y del peso corporal, mostró diferencias significativas entre todas las comparaciones (p < 0,05); igual ocurrió en la comparación de los efectos simples. Conclusión: a menor peso individual y a mayor tenor proteico, mayor excreción de amonio en cachama blanca.    

Palabras clave: carácidos, excreción basal, proteína cruda, pulso postprandial.

Resumo

Antecedentes: o amônio (NH3) é o principal produto de excreção que resulta do catabolismo proteico dos peixes. A proporção do amônio é determinada pela qualidade do alimento fornecido, do balanço entre proteína e energia na dieta, do tamanho corporal do peixe e de fatores ambientais como a temperatura e o pH da água. Objetivo: determinar o efeito do nível da proteína na dieta (D1 = 250, D2 = 300 e D3 = 350 g PC/kg) e do peso corporal (P1 = 45, P2 = 250 y P3 = 520 g de peso individual) na taxa de excreção de amônio (EA) em juvenis de pirapitinga (Piaractus brachypomus). Métodos: A taxa basal de excreção de amônio foi determinada medindo a concentração de amônio na água a cada 2 h até as 26 h. Está medição se fez depois de deixar os peixes num de jejum de 48 h. A excreção do amônio se fez em função dos níveis de PC e para cada peso corporal foi determinada medindo o amônio a cada 2 h durante 26 h depois de alimentar a saciedade com as dietas experimentais. Resultados: a excreção de amônio basal mostrou valores de 177,2 para P1, 128,7 para P2 e 79,2 para P3 expressados em mg N-NH4+/dia/kg de peso vivo (PV); as diferenças entre tratamentos foram estatisticamente significativas (p < 0,05). As análises das taxas de excreção em função do nível de proteína e do peso corporal mostraram diferenças significativas entre todas as comparações (p < 0,05); igual resultado foi observado quando comparadas as diferenças entre os efeitos simples. Conclusão: ao ter menor peso corporal e maior teor de proteína na dieta, aumenta a taxa de excreção basal de amônio em juvenis de pirapitinga.

Palavras chave: caracídeos, excreção basal, proteína bruta, pulso pós-prandial.

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Abstract : 66 PDF : 346 HTML : 328

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