Aproximaciones teóricas a las perspectivas de la investigación (auto)biográfica en educación

Maria da Conceiçao Passeggi

Resumen


Las historias de vida constituyeron, a partir de los años ochenta del siglo XX, una práctica de formación en el contexto de la educación de adultos. Ellas dieron origen al movimiento socioeducativo de las historias de vida en formación, en el cual se instaló, a partir del año 2000, la investigación (auto)biográfica en educación. En este artículo buscamos mapear lo que entendemos por espacio biográfico en la investigación educativa y en la formación de profesores. Proponemos, inicialmente, una definición de investigación (auto)biográfica en educación; presentamos, en seguida,
sus dos grandes ejes de investigación, y discutimos, a lo largo del artículo, los cuatro direccionamientos que emanan del uso de las fuentes (auto)biográficas, utilizadas como método de investigación y como práctica pedagógica de formación.
 
 
Cómo citar este artículo:

Passeggi, Maria da Conceiçao, “Aproximaciones teóricas a las perspectivasn de la investigación (auto)biográfica en educación”, traducido del portugués por Dora Lilia Marín Díaz,Revista Educación y Pedagogía, Medellín, Universidad de Antioquia, Facultad de Educación, vol.23, núm. 61, sep-tiembre-diciembre, 2011, pp. 25-40
 
 
Recibido: Agosto de2011
 
 Aceptado:  Septiembre de 2011

Palabras clave


investigación (auto)biográfica, historias de vida, formación de docentes, narrativas.

Texto completo:

PDF

Referencias


Alheit, P. e B. Dausien, 2006, “Processo de formação e aprendizagem ao longo da vida”, Educação e Pesquisa, São Paulo, vol. 32, núm. 1, jan.-abr., pp. 177-197.

André, M., 2009, “Pesquisas em formação de professores: contribuição para a prática docente”, in: S. Z. Pinho, Formação de Educadores. O papel do educador e sua formação, São Paulo, Editora UNESP, pp. 241-250.

Arfuch, L., 2007, El espacio biográfico. Dilemas de la subjetividad contemporánea, Buenos Aires, Fondo de Cultura Económica.

Bakhtin, M., 1992, Estética da criação verbal, Trad. Ermantine Galvão, São Paulo, Martins Fontes.

Bakhtin, M. e V. N. Volóchinov, 1995, Marxismo e filosofia da linguagem, São Paulo, Editora Hucitec.

Berger, P. e T. Luckmann, 2002, A construção social da realidade, Trad. Floriano de Souza Fernandes, 22.a ed., Petrópolis, RJ, Vozes.

Bertaux, D., 2010, Narrativa de vida. A pesquisa e seus métodos, São Paulo, Paulus; Natal, RN,

EDUFRN.

Bourdieu, P., 1996, “A ilusão biográfica”, en: M. de M. Ferreira y J. Amado, orgs., Usos & abusos da história oral, Rio de Janeiro, Fundação Getulio Vargas, pp. 183-191

_, 2005, Esboço de auto-análise, São Paulo, Companhia das Letras.

_, coord., 2003, A miséria do mundo, 5.a ed., Petrópolis, RJ, Vozes.

Bronckart, J-P., 1999, Atividades de Linguagem. Textos e discursos. Por um interacionismo sócio-discursivo,São Paulo, EDUC.

Bruner, J., 1997, Atos de significação, Porto Alegre, Artes Médicas.

Bruner, J. e S. Weisser, 1995, “A invenção do ser: A autobiografia e suas formas”, in: D. R. Olson e N. Torrance, Cultura escrita e oralidade, São Paulo, Ática, pp. 141-161.

Clot, Yves, org., 2002, Avec Vygotski, Paris, La Dispute. _, 2006, A função psicológica do trabalho, Petrópolis, RJ, Vozes.

Coulon, A., 1985, A escola de Chicago, São Paulo, Papirus.

Delory-Momberger, C., 2008, Biografia e Educação. Figuras do indivíduo-projeto, Trad. M. C. Passeggi, João G. Silva Neto e L. Passeggi, São Paulo, Paulus; Natal, RN, EDUFRN.

Dominicé, P., 2000, L´histoire de vie comme processos de formation, Paris, L´Harmattant.

Ferrarotti, F., 2010, “Sobre a autonomia do método biográfico”, en: A. Nóvoa, e M. Finger, orgs., O método (auto)biográfico e a formação, Natal, EDUFRN; São Paulo, PAULUS, pp. 31-57.

Gatti, B. A., 2005, Grupo focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas, Brasília, Liber Livro.

Goodson, Ivor, 2007, “Currículo, narrativa e o futuro social”, Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, ANPEd, vol. 12, núm. 35, maio.-ago., pp. 241-252.

Gusdorf, G., 1991, Lignes de vie 2. Auto-bio-graphie, Paris, Odile Jacob.

Josso, M-C., 2010a, Caminhar para si, Trad. Albino Pozzer, Porto Alegre, EDIPUCRS. _, 2010b, Experiência de vida e formação, Natal, EDUFRN; São Paulo, PAULUS

Jovchelovitch, S. e M. W. Bauer, “A entrevista narrativa”, in: Martin W. Bauer e George Gaskell, Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som, 2.a ed., Rio de Janeiro. Vozes. 2002, pp. 90-113.

Kabatek, J., 2006, “Tradições discursivas e mudança lingüística”, in: T. Lobo et al., eds., Para a história do português brasileiro: novos dados, novas análises, Salvador, EDUFBA.

Koch, P., 1997, “Diskurstraditionen: zu ihrem sprachtheoretischen Status und ihrer Dynamik”, in: B. Frank, H. Thomas e D. Tophinke, Hrsg.,Gattungen mittelalterlicher Schriftlichkeit, tradução José Simões e Alessandra Castilho, Tübingen, Narr (ScriptOralia 99), pp. 43-97, mímeo.

Nóvoa, A., 2010, “A formação tem que passar por aqui:as histórias de vida no Projeto Prosalus”, in: A. Nóvoa e M. Finger, orgs., O método (auto)biográfico e a formação, Natal, EDUFRN; São Paulo, PAULUS, pp. 155-187.

_, coord., 1992, Os professores e sua formação, Lisboa, Publicação Dom Quixote.

Nóvoa, A. e M. Finger, orgs., 2010, O método (auto) biográfico e a formação, Natal, EDUFRN; São Paulo, PAULUS.

Passeggi, M. C., 2006a, “A formação do formador na abordagem autobiográfica. A experiência dos memoriais de formação”, In: E. C. Souza, Pesquisa (auto)biográfica. Tempo, narrativas e ficções: a invenção de si, Porto Alegre, EDPUCRS; Salvador, EDUNEB, pp. 203-218.

_, 2007, “A mediação biográfica. Acompanhar adultos em processos-projetos de si”, Portal do Envelhecimento, Espaço memória, 2007, [online], disponível em: http://www.portaldoenvelhecimento.net/memoria/memoria21.htm, acesso em 10/04/2010.

_, 2008a, “Memoriais: injunção institucional e sedução autobiográfica”, in: M. C. Passeggi e E. C. Souza, orgs., (Auto)Biografia: formação, territórios e saberes, São Paulo, PAULUS; Natal, EDUFRN, pp. 103-132.

_, 2008b, “Mediação biográfica: figuras antropológicas do narrador e do formador”, in: M. C. Passeggie T. M. N. Barbosa, orgs., Memórias, memoriais: pesquisa e formação docente, São Paulo, Paulus; Natal, EDUFRN, pp. 43-59.

_, 2009, “Simbolizações do percruso de escrita da narrativa autobiográfica: da experiência sensível à experiência formadora”, In: L. M. V. Peres, E. Eggert e D. L. Kurek, orgs., Essas coisas do imaginário… diferentes abordagens sobre as narrativas (auto)biográficas, São Leopoldo, Oikos Editora; Brasília, Liber Livro, pp. 148-161.

_, 2010, “Narrar é humano! Autobiografar é um processo civilizatório”, in: M. C. Passeggi e V. B. da Silva, org., Invenções de vidas, compreensão de iteinerários e alternativas de formação, São Paulo, Cultura Acadêmica, pp. 103-130.

Passeggi, M. C., T. M. N. Barbosa e S. X. Camara, 2008, “Gêneros acadêmicos autobiográficos: desafios do GRIFARS”, in: E. C. Souza e M. C. Passeggi, orgs., Pesquisa (auto)biográfica: cotidiano, imaginário e memória, São Paulo, PAULUS; Natal, EDUFRN, pp. 57-89.

Pineau, G., 2006, “A histórias de vida como arte formadora da existência”, in: E. C. de Souza e M. H. M. B. Abrahão, orgs., Tempos, narrativas e ficções:a invenção de si, Porto Alegre, EDIPUCRS; Salvador,EDUNEB, pp. 41-59.

Pineau, G. e J.-L. Le Grand, 1993, Les Histoires de vie, Paris, PUF.

Pineau, G. e M. Michèle, 1983, Produire sa vie. Autoformation et autobiographie, Paris, Saint-Martin.

Ricoeur, P., 1997, “Tempo e Narrativa. A tríplice mimese”, In: Tempo e Narrativa, T. I. Campinas, SP, Papirus, pp. 85-131.

Saramago, J., 2008, “Biografias”, em O caderno de Saramago, 22 de setembro, [online], disponível em: http://caderno.josesaramago.org, acessado em 12 de outubro de 2008.

Souza, E. C., 2006, “A arte contar e trocar experiências: reflexões teórico-metodológicas sobre história de vida em formação2, Educação em Questão, Natal, vol. 25, núm. 11, jan.- abr., pp. 22-39.

Stephanou, M., 2008, “Jogo de memória nas esquinas dos tempos: territórios e prática da pesquisa

(auto)biográfica na pós-graduação em Educação no Brasil”, in: E. C. de Souza e M. C. Passeggi, orgs., Pesquisa (auto)biográfica: cotidiano, imaginário e memória, São Paulo, PAULUS, Natal, EDUFRN, pp.19-53.

Vygotsky, L. S. 1989, Pensamento e linguagem, São Paulo, Martins Fontes.

_, 1991, A formação social da mente, São Paulo, Martins Fontes.

_, 1999, Teoria e método em psicologia, Trad. C. Berliner, São Paulo, Martins Fontes.

Weller, W., 2006, “Grupos de discussão na pesquisa com adolescentes e jovens: aportes teóricometodológicos e análise de uma experiência com o método”, Educação e Pesquisa, São Paulo, vol. 32, núm. 2, maio.-ago., pp. 241-260.


Resumen : 756 PDF : 937

Métricas de artículo

Cargando métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM


Esta publicación hace parte del Sistema de Revistas de la Universidad de Antioquia
¿Quieres aprender a usar el Open Journal system? Ingresa al Curso virtual
Este sistema es administrado por el Programa Integración de Tecnologías a la Docencia
Universidad de Antioquia
Powered by Public Knowledge Project