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ARTÍCULO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE / ARTIGO ORIGINAL

 

Stress level among intensive care nurses in the municipality of Paraná (Brazil)

 

Nivel de estrés en enfermeros intensivistas de un municipio de Paraná (Brasil)

 

Nível de estresse nos enfermeiros intensivistas de um município no Paraná (brasil)

 

 

Kelly Cristina Inoue1; Gelena Lucinéia Gomes da Silva Versa2; Laura Misue Matsuda3

 


ABSTRACT

Objective. To identify stress levels among intensive care nurses who work in the municipality of Western Paraná, Brazil. Methodology. This is a cross-sectional cohort study, carried out from May to July 2010, included 60 nurses from intensive care units (adult, pediatric, or neonatal) of five hospitals. All participants completed the Bianchi Stress Scale. Results. The mean participant age was 31 years; 70% of the nurses were women, 33% had more than 15 years of experience, and 88% conducted care activities. The general level of stress was medium. Stress levels were low for relationships with other units and supervisors, activities related to adequate functioning of the unit and the coordination of activities of the unit. Levels were medium for the following domains: activities related to personnel management, labor conditions for the development of nursing activities, and delivery of care to patient; this last domain was related to the following stress factors: facing patient death, attending to emergencies in the unit, advising patients' family members, and conducting tasks in the minimal time available. Conclusion. Although the general stress level was medium, the identification of domains with a high score can be used to plan intervention strategies to preserve the health of intensive care nurses and, in turn, improve quality of care delivered to severely ill patients.

Key words: Nurses; Stress, Psychological; Intensive Care Units.


RESUMEN

Objetivo. Identificar el nivel de estrés de los enfermeros intensivistas, quienes trabajan en un municipio del oeste del Paraná, Brasil. Metodología. Estudio de corte transversal realizado de mayo a julio de 2010, con 60 enfermeros de las Unidades de Cuidados Intensivos (del Adulto, Pediátrica o Neonata) de cinco hospitales. Todos los participantes respondieron la escala Bianchi de Estrés. Resultados. El promedio de edad fue de 31 años; el 70% era de sexo femenino; el 33% tenía más de 15 años de haber terminado sus estudios; el 88% realizaba actividades de cuidado. El nivel general de estrés fue mediano. Por dominio, el estrés se manifestó de la siguiente manera: a). bajo, en: relaciones con otras unidades y supervisores, actividades relacionadas con el adecuado funcionamiento de la unidad y con la coordinación de las actividades de la unidad; y b). mediano, en los dominios: actividades relacionadas con el manejo del personal, condiciones laborales para el desarrollo de las actividades de enfermería, y la atención prestada al paciente. Este último se relacionó con los siguientes factores de estrés: enfrentar la muerte del paciente, atender las emergencias en la unidad, orientar familiares de pacientes críticos y realizar tareas con tiempo mínimo disponible. Conclusión. A pesar de que nivel de estrés general fue mediano, los dominios identificados con mayor puntuación posibilitan planear estrategias de intervención para la preservación de la salud de los enfermeros intensivistas, que redunda en una mejor calidad de la atención prestada al paciente grave.

Palabras clave: enfermeras; estrés psicológico; unidades de cuidados intensivos.


RESUMO

Objetivo. Identificar o nível de estresse dos enfermeiros intensivistas, que trabalham num município do oeste do Paraná, Brasil. Metodologia. Estudo de corte transversal realizado de maio a julho de 2010, com 60 enfermeiros das Unidades de Cuidados Intensivos (do Adulto, Pediátrica ou Neonata) de cinco hospitais. Todos os participantes responderam a escala Bianchi de Estresse. Resultados. A média de idade foi de 31 anos, o 70% eram mulheres, 33% tinham mais de 15 anos de ter terminado seus estudos, o 88% realizava atividades de cuidado. O nível geral de estresse foi médio. Por domínio, o estresse foi baixo em: relações com outras unidades e supervisores, atividades relacionadas com o adequado funcionamento da unidade e com a coordenação das atividades da unidade; e foi médio nos domínios: atividades relacionadas com o manejo do pessoal, condições trabalhistas para o desenvolvimento das atividades de enfermagem, e o atendimento prestado ao paciente; este último se relacionou aos fatores de estresse: enfrentar a morte do paciente, atender as emergências na unidade, orientar familiares de pacientes críticos e, realizar tarefas com tempo mínimo disponível. Conclusão. Apesar do nível de estresse geral foi médio, os domínios identificados com maior pontuação possibilitam planejar estratégias de intervenção para a preservação da saúde dos enfermeiros intensivistas, que redunda numa melhor qualidade do atendimento prestado ao paciente grave.

Palavras chave: enfermeiras; estresse psicológico; unidades de terapia intensiva.


 

Abstract : 740

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