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ARTÍCULO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE/ ARTIGO ORIGINAL

 

Assessment of distress and quality of life of cancer patients over the course of chemotherapy

 

Prevalencia del distrés y de la calidad de vida de los pacientes con cáncer a lo largo de su tratamiento con quimioterapia

 

 

 

Cristiane Decat Bergerot1; Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de Araujo2

 


ABSTRACT

Objective. Assess the prevalence of distress and quality of life of cancer patients over the course of chemotherapy. Methodology. Longitudinal prospective study addressing 200 patients. The Distress Thermometer (DT) and Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-General (FACT-G), as indicators of distress and quality of life, were applied at three points in time during chemotherapy: the first day (T1), half way through the treatment (T2), and last day of medication (T3). Results. The average age was 56.8 years old, and 70% were women while the most frequent types of cancer included breast (30%) and hematological (22%) cancers. The number of patients with a high level of distress statistically decreased over time (T1=41.5%, T2=8.0% and T3=2.5%); consequently, quality of life scores improved (T1=85.6%, T2=90.4% and T3=92.0%). Patients with moderate to severe distress experienced worse quality of life. Distress, type of cancer and disease stage significantly impacted quality of life. Conclusion. There was a reduction in the time of impact from the side effects of chemotherapy in the patients as a consequence of adapting to the diagnosis and treatment. Continuous assessment of the needs of patients is essential to ensuring integral and humanized care, contributing to improved oncological nursing.

Key words: anxiety; quality of life; health services; oncologic nursing; neoplasms.


RESUMEN

Objetivo. Evaluar la prevalencia del distrés y de la calidad de vida de los pacientes con cáncer a lo largo de su tratamiento quimioterápico. Metodología. Estudio longitudinal prospectivo de 200 pacientes. Se aplicaron los instrumentos Termómetro de Distress (TD) y FACT-G (Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-General) como indicador de la calidad de vida en tres etapas del tratamiento con quimioterapia: primer día (T1), mitad del tratamiento (T2) y último día de medicación (T3). Resultados. Media de edad 56.8 años; 70%, mujeres; los tipos de cáncer más frecuentes fueron los de mama (30%) y los hematológicos (22%). Mientras la proporción de pacientes con alto nivel de distrés tuvo una disminución estadísticamente significativa a lo largo del tratamiento (T1=41.5%, T2=8.0% y T3=2.5%), la calidad de vida aumentó (T1=85.6%, T2=90.4% y T3=92.0%). Los pacientes con alto distrés presentaron peor calidad de vida. Se constató también que el distrés y el tipo y estadío del cáncer interfieren significativamente en la calidad de vida. Conclusión. Hay una reducción en el tiempo del impacto de los efectos colaterales de la quimioterapia en el paciente, como consecuencia de la adaptación al diagnóstico y al tratamiento. Es indispensable que se haga evaluación continua de las necesidades del paciente con el fin de asegurar su atención integral y los cuidados humanizados, contribuyendo al mejoramiento de la enfermería oncológica.

Palabras clave: ansiedad; calidad de vida; servicios de salud; Enfermería Oncológica; neoplasias.


RESUMO

Objetivo. Avaliar a prevalência de distresse e a qualidade de vida dos pacientes com câncer ao longo de seu tratamento quimioterápico. Metodologia. Estudo longitudinal prospectivo de 200 pacientes. Aplicaram-se os instrumentos Termômetro de distresse (TD) e FACT-G (Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-Geral) como indicador da qualidade de vida em três etapas do tratamento com quimioterapia: primeiro dia (T1), metade do tratamento (T2) e último dia de medicação (T3). Resultados. Média de idade 56.8 anos, 70% foram mulheres e os tipos de câncer mais frequentes foram os de mama (30%) e os hematológicos (22%). Enquanto a proporção de pacientes com alto nível de distresse teve uma diminuição estatisticamente significativamente ao longo do tempo de duração do tratamento (T1=41.5%, T2=8.0% e T3=2.5%), a qualidade de vida aumentou (T1=85.6%, T2=90.4% e T3=92.0%). Os pacientes com alto distresse apresentaram pior qualidade de vida. Constatou-se também do que o distresse e o tipo e estado do câncer interferem significativamente na qualidade de vida. Conclusão. Há uma redução no tempo do impacto dos efeitos colaterais da quimioterapia no paciente, como consequência da adaptação ao diagnóstico e ao tratamento. É indispensável que se faça avaliação contínua das necessidades do paciente com o fim de assegurar seu atendimento integral e os cuidados humanizados, contribuindo ao melhoramento da enfermagem oncológica.

Palavras chaves: ansiedade; qualidade de vida; serviços de saúde; enfermagem oncológica; neoplasias.


 

Abstract : 269

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