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ARTÍCULO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE / ARTIGO ORIGINAL

 

Metabolic syndrome prevalence in elderly of urban and rural communities participants in the HIPERDIA in the city of Coimbra/MG, Brazil

 

Prevalencia de síndrome metabólico em ancianos de comunidades urbanas y rurales participantes de HIPERDIA del município de Coimbra/MG, Brasil

 

Prevalência de Síndrome metabólica em idosos de comunidades urbana e rural participantes do HIPERDIA do município de Coimbra/MG, Brasil

 

 

Josiane Aparecida Teixeira de Paula1; Osvaldo Costa Moreira2; Cristiano Diniz da Silva3; Diogo Santos Silva 4; Paulo Roberto dos Santos Amorim5

 


ABSTRACT

Objective. To identify the prevalence of metabolic syndrome (MS), and the influence of gender and place of residence for elders served by the Family Health Strategy in the municipality of Coimbra (Minas Gerais state, Brazil). Methodology. The sample consisted of 435 individuals of both sexes, with mean of age 72 ± 8 years. Results. Women had higher prevalence rates of MS (urban= 40%, rural= 37%) with differences (p<0.05, φ= 0.168 and 0.284) for men (urban= 13%, rural= 22%). Odds Ratio for SM was significant in age groups over 65 years in urban areas, with women having higher chances compared with men (OR=3.07 times), becoming 5.8 times aged 75 to 79 years. Women are more exposed to obesity (urban= 80.4 %, rural= 78.6%) than men, regardless of place of residence (p<0.05, φ=0.46 and 0.47 respectively), and the urban women are still exposed to hypertension (65%, p= 0.022, φ= 0.12). Conclusion. The prevalence of MS and exposure to risk factors such as obesity and hypertension was higher in women, mainly in urban areas. Health professionals, like nurses, should note that the elderly population in urban areas have greater exposure to risk factors for MS, which should strengthen educational programs that promote healthy lifestyles.

Key words: metabolic syndrome X; cross-sectional studies; rural health; urban health; aged; life style.


RESUMEN

Objetivo. Identificar la prevalencia de Síndrome Metabólico (SM), la influencia del sexo y zona de residencia en ancianos atendidos por la Estrategia de Salud Familiar en el municipio de Coimbra (Estado de Minas Gerais, Brasil). Metodología. La muestra estuvo compuesta por 435 individuos de ambos sexos, con un promedio de edad de 72 años. Resultados. Las mujeres tuvieron mayores tasas de prevalencia de SM en ambas zonas (urbana=40%; rural=37%) con relación a los hombres (urbana=13%; rural=22%). La razón de prevalencias para SM fue significativa en las personas mayores de 65 años de la zona urbana; las mujeres presentaron los mayores riesgos en relación con los hombres (Razón de prevalencias –RP-=3.1), llegando a ser la RP de 5.8 veces en el grupo de 75 a 79 años. En cuanto a los factores de riesgo, las mujeres, en ambas zonas, estuvieron más expuestas que los hombres a la obesidad (urbana=80.4%; rural=78.6%) y a la hipertensión arterial (urbana=78.6%; rural=65.1%). Conclusión. La prevalencia de SM y la exposición a factores de riesgo como la obesidad y la hipertensión fue mayor en las mujeres, principalmente en la zona urbana. Enfermería debe tener en cuenta que la población de adultos mayores de las zonas urbanas tiene una mayor exposición a factores de riesgo para SM, por lo que se deben fortalecer los programas educativos que promocionen estilos de vida saludables.

Palabras clave: síndrome X metabólico, estudios transversales; salud rural; salud urbana; anciano; estilo de vida.


RESUMO

Objetivo. Identificar a prevalência de Síndrome Metabólica (SM), influência do gênero e do local de moradia em idosos atendidos pela Estratégia de Saúde da Família (ESF) do município de Coimbra-MG. Metodologia. A amostra foi composta por 435 indivíduos de ambos os sexos (72 ± 8 anos) das áreas urbana e rural. Resultados. As mulheres obtiveram maiores taxas de prevalência de SM (urbana=40%; rural=37%) com diferenças (p<0.05; φ=0.168 e 0.284) para os homens (urbana=13%; rural=22%). Odds Ratio para SM mostrou-se significativa em faixas etárias superiores a 65 anos na zona urbana, com as mulheres apresentando maiores chances em relação aos homens (OR=3.07 vezes), chegando a ser de 5,8 vezes na faixa etária 75 a 79 anos. As mulheres estão mais expostas à OA (urbana=80.4%; rural=78.6%) que os homens, independente do local de moradia (p<0.05; φ=0.46 e 0.47 respectivamente). As mulheres do meio urbano estão ainda expostas a HA (65%; p=0.022; φ=0.12). Conclusão. A prevalência de SM mostrou-se maior para as mulheres, principalmente da zona urbana. Fatores como OA e HA acometem esse público de maneira significativa. Tais resultados denotam a necessidade de maior atenção em relação à área urbana no que diz respeito a hábitos de vida mais saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.

Palavras chave: síndrome metabólica; estudos transversais; saúde da população rural; saúde da população urbana; idoso; estilo de vida.


 

Abstract : 242

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